
quarta-feira, 25 de junho de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Pais e Filhos.
Isso é duro, principalmente quando se tem a convicção que nossos filhos não são nossa propriedade e temos que viver nossa vida e não a deles.
Usamos parte de nossa vida passando valores aos filhos, de maneira que eles sigam suas vidas tropeçando menos que nós. Mas, sabiamente, eles acham que têm que viver suas próprias experiências e não as nossas, tem que sofrer suas próprias dores e decepções, e não as nossas. Afinal, isso faz parte do crescimento humano.
Nessa hora, os versos de "Renato Russo" passeiam sobre minhas lembranças.
"Sou a gota d'água
Sou um grão de areia
Você diz que seus pais não entendem
Mas você não entende seus pais.
Você culpa seus pais por tudo
Isso é absurdo
São crianças como você.
O que você vai ser
Quando você crescer"
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Até bem pouco tempo atrás pensava que a figura do vereador ara a coisa mais inútil que poderia haver. Hoje, mudei um pouco minha opinião.sábado, 24 de setembro de 2011
Sugestões para a reforma político eleitora.
Nossos excelentíssimos representes no congresso começam a discutir os rumos de nossa política.Esse é um bom momento para pressionarmos eles para que tenhamos menos lama.
Eis aqui algumas sugestões, não só para o processo eleitora, como também no regimento interno das casa parlamentares:
- Fim das coligações. Essa terrível instituição só fortalece a corrupção. partidos de pouca ou nenhuma densidade eleitoral, se associam a partidos maiores para fazer número e eleger os mesmos caciques de sempre em troca de alguns cargos e acesso aos cofres públicos;
- Fim do voto proporcional. Pequenos partidos inscrevem muitos candidatos. Isso fez com que candidatos com 20 mil votos fossem eleitos enquanto que outro com 50 mil, não;
- Limitação do número de inscritos por partido a 50% do total de cadeiras disputadas;
- O senador, deputado ou vereador que desejar se afastar para assumir um gargo público deveria renunciar ao seu mandato;
- O senador, deputado ou vereador que atingir 10% de faltas injustificadas, relativas ao numero de sessões anuais de sua casa, perderia o seu mandato;
- Fim do voto secreto para parlamentares. O eleitor que deu sua procuração a um eleito tem o direito de saber se seu parlamentar está fazendo jus ao seu mandato. O compromisso maior do parlamentar é com seu eleitorado e não com seus pares;
- Reduzir a 2/3 o número de cadeiras para senadores e deputados federais, 1/2 para deputados estaduais e vereadores;
- Reduzir a 50% o número de assessores parlamentares.
- Políticos que tenham sido condenados em 1ª instancia já ficariam impedidos de assumir cargo públicos, até que fosse proferida sua sentença final;
- Políticos que tenham sido condenados, com sentença transitada em julgado, ficariam impedidos de assumir cargo públicos por 20 anos.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
10 anos depois
Dez anos é muito tempo! E nesse período muitas das coisas que vivenciamos sublima-se e acabamos por esquecer.
No entanto, quando um fato é marcante nem acreditamos que tanto tempo já se passou, continuamos com aquela sensação que foi ontem.
Continuo acreditando que os bombardeios a Hiroshima e Nagasaki foram
os primeiros e maiores ataques terroristas em grande escala da humanidade.
Contudo, como eu não os presenciei, só os conheço por literatura e documentários, é difícil ter a percepção exata do que ele foi e representou para sua época.
Vivemos num mundo de informações globalizadas. Fatos que acontecem em lugares que nem se imaginam existir, entram pela televisão como se acontecessem do outro lado da janela e suas implicações também tem a mesma amplitude.
O 11 de setembro, me fez experimentar sensação de insegurança, um desconforto até então inédito pra mim.
Há 10 anos convivemos (e aprendemos a lidar) com esse medo. Mas, nos chocamos quando vemos novamente as imagens e temos a certeza que os dias jamais serão com antes.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O Surrealismo de nossa banda larga
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Blog ou Clipping?
A série Jornada nas Estrelas começava com o Capitão Kirk relatando a situação da USS Entreprise e sua tripulação em seu diário de bordo.
E você então me pergunta: O que é que isso tem haver com o tema da postagem, Blog ou Clipping?
É bem simples. Bog é o diário de bordo de um internauta. Ele registra ali o que ele pensa sobre o que esta acontecendo no planeta. Não que um blog tenha que ter a formalidade de um diário de bordo, mas ele tem que representar a vivência de quem o escreve.
Blog é uma palavra que surgiu, primeiro pela união e depois pela simplificação da pronúncia da união de outras duas, WEB (que vem da REDE) e LOG (diário de registros).
A idéia central do blog é registrar as opiniões a cerca dos fatos do cotidiano, sob a ótica que quem está escrevendo. Assim, quem faz um blog analisa os fatos de acordo com seus valores éticos, morais, religiosos e econômicos, e tenta contribuir para a formação de opinião.
Já o clipping não tem o caráter da personalização da informação. É a simples garimpagem de notícias, nas mais diversas fontes, para repercussão. É a supervalorização do copiar e colar.
Sua origem está nas empresas que precisavam fazer um álbum de recortes com as notícias que afetavam a organização.
Contudo, o pior dos males que esses “clippeiros” disfarçados de “bloqueiros” cometem é não dar o crédito a quem tem o direito, omitir a fonte.
A grosseria é tamanha que dá pra pensar: Ele realmente leu o que copiou ou escolheu o que copiar pelo título, sem dar a mínima para o conteúdo?
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Nem toda unanimidade é burra.
Confirmando a regra que diz que toda regra tem exceção, presenciamos o FTF se manifestar favoravelmente pela união civil entre casais homossexuais, no último dia 5/5/11.É o cúmulo da hipocrisia imaginar que se a sociedade não aceitar a realidade de que existe união gay, ela deixará de existir.
O que o Supremo fez, por assim dizer, foi justiça. Os pares existem e estão por ai a muito e muito tempo.
O seus anseios eram no sentido de terem assegurado seus direitos e deveres como pessoas e, assim, poder partilhar e desfrutar do que construíram ao longo de sua relação, sem o medo de deixar o parceiro ou a parceira, desamparado diante de um fato grave.
Quem acompanhou a votação percebeu que todos os 10 ministros convergiam quanto ao direito de sucessão e partilha. Mas, cada um percebia as necessidades humanas de uma forma diferente.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Mordaça cívica

Por outro lado, a surdez dos nossos políticos, que insistem em fazer de contas que os nossos anseios não existem, incomoda.
Ao contrário do que se fala, entendo o Dep. Tiririca como alguém que representa uma parte (e grande da população) que não teve direito a educação, que teve que optar entre estudar ou trabalhar para sobreviver, que sem perspectiva de vida teve que usar das suas características físicas (franzino, mal vestido, desdentado, de “cabelo ruim” e falando errado) para criar um personagem e viver de palhaçadas.
Contudo, o que não aceito é ver que um partido político faça uso da popularidade de uma pessoa como elevador para seus afiliados ruins de votos. Tiririca entrou para a política e levou com ele quatro incompetentes nas urnas. Essa “proporcionalidade” eleitoral é tão ridícula quanto ter de um (“semi”)analfabeto criando leis.
A história da democracia “a brasileira” deve ser reconhecida como vanguardista. Já se inventou de tudo: Senadores biônicos, candidato laranja, voto vinculado, etc..
Agora, estão inventando o candidato secreto. É mais ou menos assim: O partido faz uma lista, você vota no seu candidato, contudo o seu voto vai para o partido e este segue a lista de prioridades que inventou, privilegiando seus caciques e não a vontade popular. Assim, você não saberá em quem está votando e, como no voto a Tiririca, continuará elegendo candidatos em quem você não votou.
Barbosa Lima Sobrinho citava que as leis eram a representação dos costumes e desejos do povo. E, contrariando os desejos de um povo, o STF afirmou a que a lei dos fichas sujas não valeu para 2010, dando direito de posse a quem quer se servir da pátria e não servi-la, como zurravam em seus discursos.
Bem, o ponto em que queria chegar é que eleição é um assunto que diz muito mais respeito ao eleitor que ao candidato.
O Eleitor vai as urnas para escolher um candidato que o representará. Então, que os deputados e senadores saibam que gostaríamos de ser ouvidos quanto a esta reforma política.
Que lhes caiam a ficha que estão lá porque nós os mandamos e que sua função é defender a nossa vontade e não as suas conveniências. Seria muito bom e útil um plebiscito, para que nós, os verdadeiros mandatários, disséssemos como gostaríamos de escolher nossos representantes.
Gostaríamos que, a partir daí, nossa representação fosse verdadeira e não que fizessem uma interpretação que concorde ou respaldasse sua ganância.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
O papel das leis para a sociedade
Pouco após a promulgação da constituição de 1988, Dr. Barbosa Lima Sobrinho em entrevista disse: “As leis devem refletir os costumes, cultura e desejos de um povo”O artigo 61 da CB de 1988, regulamentado pela lei 9.709 de 1998, permite a apresentação de projetos de lei por iniciativa popular, além do poder executivo e legislativo. No caso da iniciativa popupar, a constituição exige como procedimento a adesão mínima de 1% da população eleitoral nacional, mediante assinaturas.
Este ano tivemos a rara oportunidade de ver aprovada uma Lei De Iniciativa Popular, a chamada Lei da Ficha Limpa, assinada por mais de 2 milhões de pessoas, que agiram dessa forma expressando o seu desejo de ver fora da política pessoas com desvio de conduta pública.
Agora, os DEUSES do Olímpo, sob a forma de ministros do STF, querem fazer um entendimento diferente daquilo que foi nossa vontade.
Essa atitude nos deixando frustrados.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Uma mãozinha do destino
Na Copa do Mundo de 1986, no México, Maradona levou a Argentina ao título mundial com um gol de mão. O mundo todo, principalmente os ingleses e nós brasileiros, caiu de pau em cima, já que aquela atitude representava o avesso do ideal desportivo.
Muitos anos depois, nas eliminatórias da Copa 2010, o craque francês, Thierry Henry, ajeitou a bola com a mão e fez o gol que levou a Fraca a classificação. Mais uma vez, todos, inclusive nós brasileiros, alardeamos nossa indignação diante da artimanha utilizada por um jogador de notória categoria, para sair da partida como um herói.
Em ambos os casos a máxima “Os fins justificam os meios” serviu de mote de defesa.
No dia 20/6, tivemos a brilhante apresentação da Seleção Brasileira contra a Costa do Marfim, que terminou com o placar de 3X1 para a seleção do Dunga.
Começa o jogo e, logo nos primeiros minutos, Lúcio bate com força no braço, ainda machucado do atacante adversário, que havia fraturado o cotovelo nos amistosos de preparação, como um claro recado que “não se meta a besta que o pau vai comer”.
Quando a Seleção Canarinha já levava vantagem no placar, Luis Fabiano, “O Fabuloso”, pôs a mão duas vezes na bola, a primeira de forma não intencional, já que se encontrava de olhos fechados. Contudo, a segunda já o fez de maneia intencional para que ela não saísse de seu domínio.
Para ele, foi a tinta que deu realce a “pintura”.
E para nos, será motivo de orgulho ou vergonha ver que um time favorito ao título mundial necessita de recorrer à malandragem para vencer uma seleção sem tradição e de poucos talentos?
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Um paralelo sobre as emoções do futebol na política

As cenas vistas em todas as partidas tiveram elementos de fortes emoções, tanto do lado dos que obtiveram o sucesso quanto do lado dos que herdaram o fracasso.
Gostaria de parar de pensar exclusivamente no futebol para fazer um fazer um paralelo com as reações dos torcedores apaixonados por suas cores, levando essas emoções para situaçõs do nosso cotidiano e que nos deixam pensativos nopapel de nossos parlamentares.
Imaginemos a seguinte cena: No saguão do aeroporto uma “galera”, empunhado faixas e cartazes, gritando palavras de ordens contra a falta de ética, recepciona o seu “representante” no congresso, de forma enérgica por ter ele votado favoravelmente a um projeto, o qual havia se declarado contrário durante a campanha eleitoral. O deputado se escondendo, constrangido pela situação, tenta fugir por outra porta quando esbarra com outro grupo que cobria o seu plano “b” e recebe uma avalanche de ovos e tomates podres do tamanho da indignação do seu eleitorado.
Vamos agora imaginar o Inverso: No saguão do aeroporto uma platéia efusiva e ruidosa recebe aquele deputado que conseguiu aprovar um projeto que beneficia seu estado, atraindo empregos, renda, turismo e oportunidade de negócios. É conduzido ao seu carro nos ombros no povo, que o segue em uma carreata espontânea fazendo um buzinaço.
Comparando com a situação vivenciada pelas torcidas do Curitiba e do Flamengo os sentimentos foram bem próximos.
A diferença é que em si tratando do resultado de um campeonato pouco ou nada muda na qualidade de vida dos torcedores.
Mas, quando a situação é a política as interferências no nosso cotidiano são inúmeras e muito danosas. Mexe com a educação, saúde, economia e com as perspectivas de vida de toda uma comunidade. Afeta diretamente a nossa qualidade de vida.
O dinheiro arrecadado através dos impostos deve ter um fim público e não privado. Não pode ser arma de barganha de interesses pessoais. O seu destino é coletivo.
Por fim, vemos que o combustível que moveu o Flamengo ao título foi o amor de sua torcida. Esse foi o grande estímulo aos jogadores e equipe técnica.
Sua torcida cobrou dos que defendiam, dentro de campo, suas cores um melhor desempenho no momento em que o seu time não ia bem.
Prestigiou sua equipe na arrancada final e comemorou com ela o seu título.
Quanto aos torcedores do Coritiba, resta-lhes aprender com os erros.
Já dizia Tomas Edson: “Ainda não aprendi a fazer a lâmpada, mas já aprendi 2000 maneiras diferentes de como não fazê-la”.
Quanto a nós bichos políticos, resta-nos mostrar a aqueles em quem votamos que o controle remoto está em nossas mãos e que nas próximas eleições podemos reelegê-los ou jogá-los ao ostracismo, de acordo com o sentimento gerado por sua atuação e conduta.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Polícia do bem.

sexta-feira, 12 de junho de 2009
O segredo da balança é o equilíbrio.
A deusa grega Dicedos julgamentos e da justiça, a filha de Zeus com Têmis, tem em sua imagem uma espada na mão direita, representando a força, e uma balança na mão esquerda, representando a busca pela igualdade, pelo equilíbrio. Uma das suas mais importantes caracteristicas dela é estar de lhos bem abertos, em busca da verdade, ao contrário de seu par romando, que tinha os olhos vendados.
Eita, viajei na maionese. Vamos voltar ao foco.
A nossa vida esta a todo momento sendo pesada por várias balança. É a empresa que nos avalia, nossa família que exige atenção, nossas relações de amizade e acima de todas elas, nós mesmos.
Em cada instante de nossas vidas, comparamos o que fazemos com o que queremos para nossa felicidade e realização.
Já disseram que “não há sucesso profissional que compense um fracasso pessoal”. Entende-se disso que aquela promoção tão sonhada não é um prêmio para o fim de um casamento ou para o rosto triste de de nossos filhos diante de nossa ausência em suas festas de aniversário.
O fiel pendeu para um lado.
Mas e o conforto de nossa família, o chopinho com nossos amigos, a pelada de final de semana, a vigem de férias? Precisamos de dinheiro para pagar todas essas pequena/grandes loucuras/sanidades.
O segredo da balança é se colocar o mesmo peso nos dois pratos para que o fiel fique equilibrado.
Para nós, é saber negociar com nós mesmo o que é importante, não impedindo nossa carreira nem relevando nosso “EU”.



