Como pais, esperimentaremos momentos na vida em que pouco, ou nada poderemos fazer. Temos que aceitar as decisões dos filhos, mesmo quando desconfiamos que eles se machucarão, sofrerão... e nós sofreremos solidariamente.
Isso é duro, principalmente quando se tem a convicção que nossos filhos não são nossa propriedade e temos que viver nossa vida e não a deles e, acima de tudo, que eles não devem viver nossa vida.
Usamos parte de nossa existência passando valores aos filhos, de maneira que eles sigam suas vidas tropeçando menos que nós.
Mas, muitos de nós preferem tomar para si a vida e as decisões pelos filhos. Isso é ruim, já que eles devem adquirir a própria experiência. Nós não estaremos junto a eles o tempo todo.
Mas, sabiamente, eles acham que têm que viver suas próprias experiências e não as nossas, tem que sofrer suas próprias dores e decepções e não as nossas. Afinal, isso faz parte do crescimento humano, tanto deles, quanto nosso.
