segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Qualquer coincidência é uma mera semelhança

Galo da Madrugada 2010.
A estátua gigante colocada na Ponte Duarte Coelho sugere algo bem diferente.
Olhem as imagens e digam se concordam c
omigo.



quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

"Greia geral" na cultura

Acredito que foi lá pelo final dos anos 80, que a produtora Clave, de Zé da Flauta, criou um programa de televisão chamado Gréia Geral, junto com Valmir Chagas (o Veio Mangaba) que, se não me falha a memória, teve uns dois ou três programas.
Num deles dois matutos, personificados por Zé e Walmir, encontram-se numa picada montados em seus burricos.
Um voltava da feira, onde fora comprar o videogame pro seu filho. O outro, estava a caminho da locadora para alugar o mais novo vídeo de Michael Jackson.
Rolou ali um inusitado papo “hightec“ onde se discutiu sobre tecnologias 16 bits, som dolby, vídeo de sete cabeças e outras coisas do gênero, com o mais puro sotaque do agreste pernambucano.
É bem obvio que era uma caricatura da realidade. Contudo, essa caricatura serve para mostrar que cultura é algo vivo e mutante. Mas, ao mesmo tempo, representava uma crítica a alienação cultural, pela troca de valores locais, fundamentados na identidade regional, por “ valores globais”, empurrados de "guela abaixo".
A mudança de cultura acontece tanto de forma espontânea quanto induzida.
“Ouvi dizer” que uma das funções atuais do marketing é criar no consumidor a necessidade de consumo para algo que acabou de ser criado ou que ainda está nas pranchetas dos projetistas.
Vale como exemplo a ação dos “donos” das programações musicais, tanto no rádio quanto na TV. Eles definiram que a moda seria a lambada, então inventaram o Beto Barbosa. E o povo consumiu. Decidiram que o povo iria gostar do “forró universitário paulista”, então inventaram o “Fala Mansa”. E o povo, mais uma vez, consumiu.
Essa pra tica se repete ciclicamente, onde eles substituem uma “tendência” por outra. Para entender basta ver a trajetória das bandas de pagode, as duplas sertanejas, os grupinhos de jovens quase adultos.
Cada coisa ao seu tempo e ao seu modo, mas tudo foi fabricado num laboratório, manipulado para ter textura e sabor e posto no mercado para ser consumido num prazo curto.
Mas isso não um fenômeno exclusivo da música. Acontece na moda, na tecnologia, na televisão.
Esse modismo se baseia na teoria da compensação, em que cada frustração ou conquista do ser urbano deve ser recompensada com algo que lhe dê prazer ou confira um signo de status.
Esse apelo de mercado é evidente quando as pessoas trocam de relógio, quando são promovidas, que capacidade de mergulho acima dos 200m, enquanto ela não sabe nem mesmo mergulhar.
Esse “marketing”, que procura criar necessidades para dar vazão a sues produtos, que dita o que vai ser consumido, acaba criando uma cultura onde os valores são frageis e acaba com a identidade de um povo.





Volterei logo após o carnaval ou a qualquer intante em edição extraordinária.

André Maia

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Postos de arrecadação de donativos para o Haiti

Desde ontem (18/01) vários supermercados pernambucanos iniciaram uma campanha de arrecadação alimentos não perecíveis e água para as vítimas do terremoto que assolou o Haiti.
Roupas não estão sendo recebidas por conta de um pedido do governo do Haiti com a finalidade de priorizar alimentos e água.

Ai vão os supermercados que estão arrecadando:

Extra (Boa Viagem e Madalena)
Pão de Açúcar (Parnamirim e Aflitos)
Hiper Bompreço (Boa Viagem)
Arco-Íris (Prazeres)

Além de outros pontos montados pelo exército, como o 3o. Jardim em Boa Viagem, Praça Fernando Figueira, próxima ao Imip, no bairro dos Coelhos, o quartel do Derby, Parque da Jaqueira.
As paróquias ligadas à Cúria também estão autorizadas a receber as doações.

Vale lembrar também que as doações de água devem ser feitas em garrafas pequenas de 1/2, 1 ou 2 litros para facilitar a distribuição.
Lembre-se, que se cada um de nós doar um pouco, esse pouco já é muito para que esta sem NADA.


Todos nós temos condições de doar, afinal de contas o Pernambucano tem a fama de boa gente e de bom coração.

(Repassem esse aviso ao maior número de pessoas possível de sua rede de relacionamento.)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Morre Zilda Arns


Hoje, 13/01/2010, o mundo acordou mais pobre e solitário.

Morreu Zilda Arns.

Médica pediatra e sanitarista, por profissão. Mãe de cinco filhos, avó de nove netos e irmã de dom Paulo Evaristo Arns, por familiaridade. Fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, por crença na humanidade.

Por sua atuação em programas de responsabilidade siocial, recebeu diversas menções especiais e títulos de cidadã honorária no país, inclusive uma indicação ao Prêmio Nobel da Paz em 2006.

Formada em medicina, aprofundou-se em saúde pública, visando salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência em seu contexto familiar e comunitário. Podemos atribuir-lhe a vocação para a invenção, já que inventou a multi-mistura, como complemento alimentar de combate a desnutrição infantil. Inventou métodos simples, rápidos e baratos para medição de peso e controle familiar. Muitas de suas "invenções" são adotadas nos PSFs brasileiros e em muitos outros paises.

Compreendendo que a educação revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das mazelas sociais, desenvolveu uma metodologia própria de multiplicação do conhecimento baseada na interação humana.

A sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças César Pernetta, em Sua experiência fez com que, em 1980, fosse convidada a coordenar a campanha de vacinação Sabin, para combater a primeira epidemia de poliomielite, que começou em União da Vitória, no Paraná, criando um método próprio, depois adotado pelo Ministério da Saúde.

Em 1983, a pedido da CNBB, criou a Pastoral da Criança juntamente com dom Geraldo Majella Agnelo. No mesmo ano, deu início à experiência a partir de um projeto-piloto em Florestópolis, Paraná. Em vinte e cinco anos de atividades, a pastoral acompanhou 1 816 261 crianças menores de seis anos e 1 407 743 de famílias pobres em 4060 municípios brasileiros.

Zilda Arns morreu atingida por uma pedra de concreto dentro de uma Igreja no Haiti, quando se preparava para uma palestra sobre a Pastoral da Criança na Conferência dos Religiosos do Caribe.

Ela foi uma guerreira pela Responsbilidade Social. E, por sua atitude, peço uma salva de palmas.

domingo, 10 de janeiro de 2010

É tudo uma questão de cultura.


Há uns dias atrás, durante a correria das compras de final de ano, estava num dos shoppings da cidade quando conheci um senhor falante, muito “gente fina”.
A conversa começou pela dificuldade de arranjar uma mesa para fazer um lanche. Nosso comentário ficava em torno das pessoas que ocupavam as mesas, com mais cadeiras que as quatro convencionais, eram 6, 8 e até mais pessoas para por a conversa em dia, sem darem a mínima para aqueles que pretendiam fazer uma refeição.
Conseguimos por fim uma mesa e continuamos a conversa. Ele um engenheiro de segurança do trabalho, trabalhando numa industria no complexo de Suape, casado e com um filho começando o curso de Fisioterapia.
Por falar que trabalhava em Suape, direcionei nossa conversa para a questão ambiental. Foi uma grande conversa.
Ao final do lanche, nos dirigimos ao quiosque para pagar o estacionamento e fomos para o piso em que os carros estavam estacionados.
Qual foi minha surpresa, quando ele se dirigiu a uma vaga reservada para idoso, deficiente ou gestante. Por brincadeira perguntei: Rapaz que é isso? Usando uma vaga especial? Não me diga que você está grávido?
E como resposta ouvi: "Como ninguém estava vendo, ai eu deixei aqui!".

Me despedi e sai de fininho.
A responsabilidade social começa necessáriamente pelas pequenas coisas. São coisinhas do cotidiano que fazem a grande diferença: Não jogar lixo no chão, agradecer a que te presta algum tipo de serviço, respeitar aos que por algum motivo tem a redução ou dificuldades em sua capacidade de locomoção, facilitar o caminho de quem saí do elevador e só depois entrar.

Levar vantagemem tudo realmente não combina com "gente fina".

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009


"Há mais, muito mais, para o Natal do que luz de vela e alegria;
É o espírito de doce amizade que brilha todo o ano.
É a consideração e a bondade.
É a esperança renascida novamente,
para a paz, para o entendimento,
e para a benevolência dos homens."
(autor anônimo)

Que o espírito do Natal esteja presente em todos os dias de 2010, 2011, 2012.....
É o que desejo a todos.









sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Um paralelo sobre as emoções do futebol na política


Poucas foram as pessoas que não assistiram aos últimos capítulos do Brasileirão, que levou o Flamengo ao campeonato e o Curitiba ao rebaixamento.
As cenas vistas em todas as partidas tiveram elementos de fortes emoções, tanto do lado dos que obtiveram o sucesso quanto do lado dos que herdaram o fracasso.

Gostaria de parar de pensar exclusivamente no futebol para fazer um fazer um paralelo com as reações dos torcedores apaixonados por suas cores, levando essas emoções para situaçõs do nosso cotidiano e que nos deixam pensativos nopapel de nossos parlamentares.

Imaginemos a seguinte cena: No saguão do aeroporto uma “galera”, empunhado faixas e cartazes, gritando palavras de ordens contra a falta de ética, recepciona o seu “representante” no congresso, de forma enérgica por ter ele votado favoravelmente a um projeto, o qual havia se declarado contrário durante a campanha eleitoral. O deputado se escondendo, constrangido pela situação, tenta fugir por outra porta quando esbarra com outro grupo que cobria o seu plano “b” e recebe uma avalanche de ovos e tomates podres do tamanho da indignação do seu eleitorado.

Vamos agora imaginar o Inverso: No saguão do aeroporto uma platéia efusiva e ruidosa recebe aquele deputado que conseguiu aprovar um projeto que beneficia seu estado, atraindo empregos, renda, turismo e oportunidade de negócios. É conduzido ao seu carro nos ombros no povo, que o segue em uma carreata espontânea fazendo um buzinaço.

Comparando com a situação vivenciada pelas torcidas do Curitiba e do Flamengo os sentimentos foram bem próximos.
A diferença é que em si tratando do resultado de um campeonato pouco ou nada muda na qualidade de vida dos torcedores.
Mas, quando a situação é a política as interferências no nosso cotidiano são inúmeras e muito danosas. Mexe com a educação, saúde, economia e com as perspectivas de vida de toda uma comunidade. Afeta diretamente a nossa qualidade de vida.
O dinheiro arrecadado através dos impostos deve ter um fim público e não privado. Não pode ser arma de barganha de interesses pessoais. O seu destino é coletivo.

Por fim, vemos que o combustível que moveu o Flamengo ao título foi o amor de sua torcida. Esse foi o grande estímulo aos jogadores e equipe técnica.
Sua torcida cobrou dos que defendiam, dentro de campo, suas cores um melhor desempenho no momento em que o seu time não ia bem.
Prestigiou sua equipe na arrancada final e comemorou com ela o seu título.

Quanto aos torcedores do Coritiba, resta-lhes aprender com os erros.
Já dizia Tomas Edson: “Ainda não aprendi a fazer a lâmpada, mas já aprendi 2000 maneiras diferentes de como não fazê-la”.

Quanto a nós bichos políticos, resta-nos mostrar a aqueles em quem votamos que o controle remoto está em nossas mãos e que nas próximas eleições podemos reelegê-los ou jogá-los ao ostracismo, de acordo com o sentimento gerado por sua atuação e conduta.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A curiosidade como alavanca do conhecimento.


Algumas atitudes das crianças me deixam ate com certa inveja: A curiosidade, a abrangência de sua vontade de conhecer e a falta de medo de errar.

Para Murilo Juchem, “a curiosidade cumpre seu papel de alavanca que impulsiona o homem a buscar a informação e, através desta, a construir o conhecimento”

Ninguém dá conhecimento a ninguém. O que fazemos é dar informações e quem as recebe tem a condição de transformá-la em conhecimento através da análise, da compreensão, do experimento e da incorporação dela aos seus conceitos.

É nisso que as crianças nos dão verdadeiras lições.
Estão sempre observando o mundo a sua volta, dispostos a absorver o máximo de informação possível.
Não tem um ponto fixo de curiosidade. O que aparecer a sua frente é algo a ser investigado e explorado.
Se durante a experimentação algo não sair a contento, começa novamente ou abandona porque não lhe deu satisfação ou foi instigante o suficiente.

E o que nós fazemos com nossos filhos? Durante o seu crescimento forçamos a instalação de filtros que os fazem “aprender” que o mundo é cheio de normas e critérios, métodos e disciplinas. E assim vamos tolhendo a curiosidade, limitando sua criatividade.

Outro ponto em que os pequenos nos dão um banho é na capacidade de compor novos grupos. Mas esse assunto fica para um outro encontro.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Deu no Jornal (Diario On Line 27/11/09)

Uma vitória ambiental para o Recife.



Um avanço ambiental inegável para o Recife, mas cercado de informações conflitantes. É dessa forma que está sendo encarado, nos bastidores da política local, o episódio da aprovação por unanimidade do projeto de lei que proíbe a construção de uma usina de triagem e geração de energia através do lixo na área do Engenho Uchôa, na zona sul da cidade.
Ao mesmo tempo em que proíbe a instalação da usina pela PCR no local, o projeto de lei elaborado pela Comissão de Meio Ambiente da Câmara não prevê a proibição de outros tipos de empreendimento ou edificação nessa região.
Contrariando o desejo do prefeito João da Costa (PT) de construir uma usina que solucione o problema dos resíduos sólidos em parte do terreno de reserva de mata atlântica, todos os vereadores, inclusive os governistas, votaram pela proibição da unidade na tarde da última quarta-feira.
O projeto seguirá para análise do prefeito, que terá duas opções: sancionar ou vetar a matéria, que, no segundo caso, seria novamente votada pela Câmara Municipal, desta vez em caráter definitivo.
A discussão ganhou contornos diferentes desde o último dia 19, quando um consórcio de empresas apresentou ao prefeito do Recife um projeto de construção de um grande complexo imobiliário, incluindo um estádio de futebol para 30 mil pessoas destinado ao Clube Náutico Capibaribe, além de um hotel e um conjunto residencial. Orçado em R$ 300 milhões, o projeto privado ficaria numa área de 140 hetares entre a BR-101 e a Avenida Recife, no bairro de Jardim Uchoa, num perímetro próximo ao terreno destinado à usina de lixo.
Transformado em Área de Preservação Ambiental (APA) desde 1996, o Engenho Uchôa tem 192 hectares e engloba 12 bairros no Recife, entre eles Jardim São Paulo, Ibura, Areias, Tejipió e Barro. A APA inclui uma reserva ecológica estadual, de 20 hectares, criada pela lei municipal nº 9.989 de 1987. Os critérios de preservação levam em conta a proteção do relevo, do solo, do sistema hidrográfico e do meio ambiente urbano. Por representarem propostas antagônicas, especula-se que os projetos da usina de lixo e do empreendimento imobiliário não poderiam coexistir.
Enquanto isso, moradores do entorno lutam para que a área verde seja preservada e rejeitam as duas propostas. O líder da bancada governista na Câmara, Josenildo Sinésio (PT), afirmou que o projeto só foi aprovado por unanimidade porque a bancada governista estava concentrada na aprovação de outras três matérias prioritárias na mesma sessão. "Isso ainda envolverá muita discussão, mas eu tenho a impressão de que o prefeito veta essa proposta. Se o prefeito vetar, a bancada (governista) seguirá o veto dele", garantiu o petista, que também votou a favor do projeto de lei proibindo a usina.
Integrante da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, o vereador da oposição Daniel Coelho (PV) preferiu ressaltar os danos ambientais que, segundo ele, a construção da usina de lixo causaria. "Essa aprovação vem num momento bastante simbólico". Integrado pelas empresas Lusoarenas, Camargo Correia, Patrimonial Investimentos e Conic Souza Filho, o consórcio privado que pretende construir o estádio do Náutico promete "reestruturar, reabilitar e requalificar uma área total de 140 hectares localizada no bairro do Jardim Uchoa".
A Prefeitura do Recife informou que só vai se pronunciar sobre o assunto quando receber o projeto.

A reservaEngenho Uchôa em números:
- Tem 192 hectares de área.
- Integra 12 bairros do Recife.
- Foi transformado em Área de Proteção Ambiental (APA) em 1996.
- A APA inclui uma reserva ecológica estadual de 20 hectares criada em 1987.
- Há 270 mil pessoas morando no entorno da mata do engenho.


Repoortagem de André Duarte para o Diário de Pernambuco On line.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Perguntas para guiar um projeto


É cada vez mais comum a participação das pessoas no desenvolvimento de projetos nas empresas onde trabalham e, consequentemente, é cada vez maior o número de problemas desses projetos.
Esse envolvimento se deve a idéia que quem põe a mão na massa é quem melhor conhece as dificuldades da atividade, o especialista na ação. Apenas conhecer o que se faz não é o sufuciente. É necessário que se conheça também os rigores de um projeto para relevar pequenos detalhes que, para o projeto como um todo, são importantes.
Antes de envolver as pessoas nessa “novidade”, elas deveriam ser “qualificadas” para compor uma equipe de trabalho. Conhecer o básico para compor um projeto.


Na literatura disponível, encontramos uma certa variação quanto aos requisitos de um bom projeto, contudo o básico necessário e suficiênte se consegue respondendo as seguintes perguntas:
1. QUE?: Definindo a natureza do projeto, caracterizando a organização e sua posição no mercado;
2. PORQUE?: Justificando o que motivou a sua realização;
3. PARA QUE?: Definindo os objetivos e metas;
4. A QUEM?: Definindo o seguimento de mercado que vai atingir, caracterizando o publico (clientes) e quando necessários os consumidores/beneficiário;
5. ONDE?: Localização e abrangência, rede e canais de distribuição;
6. COMO?: Explicitando Metodologia de produção/criação, definindo as etapas, as atividades e fazer e distribuir o produto ou serviço;
7. QUANDO?; definindo um cronograma detalhado;
8. QUEM FARÁ?; Especificar as características das pessoas que trabalharão no projeto, suas responsabilidades e autonomia;
9. COM QUE SERÁ FEITO?: Especificar os recursos materiais (máquinas / equipamentos / ferramentas) necessárias e Recursos Materiais
10. COM QUANTO SERÁ FEITO?: Detalhar os recursos financeiros necessários, de preferência como um cronograma financeiro.